No tradicional jantar anual dos centristas, que decorreu no passado sábado dia 1 de dezembro de 2018, desta feita na cidade de Rebordosa, o Partido aproveitou para fazer o balanço do último ano autárquico.
No evento, que contou com a presença da vice-presidente do partido e deputada eleita pelo círculo eleitoral do Porto, Cecília Meireles, com o Presidente da Comissão Política Distrital do CDS, Fernando Barbosa, e ainda com Diogo Meireles, Líder distrital da Juventude Popular, o Partido homenageou dois carismáticos ex-autarcas do CDS Paredes e referências do Partido, Manuel Augusto Martins da Cruz de Baltar, e Alberto Pinheiro Rodrigues de Duas Igrejas.

Nas primeiras palavras dirigidas aos militantes do Partido, o presidente da Comissão Política do CDS Paredes, agradeceu o empenho de todos os militantes e frisou que “que neste novo CDS cada um de nós, com a nossa entrega às causas com que nos comprometemos antes e depois das eleições autárquicas, registamos todos os dias a adesão às nossas ideias e o respeito pelo partido a que nos honramos de pertencer – ao CDS, e seremos mais, cada vez mais no futuro.”
O líder centrista subiu o tom e afirmou que “a equipa B do PSD que concorreu pelo PS às eleições, encheu o concelho de promessas levando os eleitores à bipolarização depois do PSD ter estado no poder durante 24 anos.”, acrescentando que “eles, os que concorreram pelo PS, prometeram-nos que, logo depois das eleições, baixavam imediatamente o IMI para a taxa mínima. Vamos no segundo orçamento aprovado por este executivo e o IMI contínua perto dos valores máximos. Trocando por miúdos, o PS prometeu baixar o IMI de 0,4 para 0,3. Em termos concretos significam que prometeram no primeiro orçamento baixar os impostos em 2 milhões de euros. Vamos no 2º orçamento e continuam a cobrar mais 1 milhão e meio do que prometeram.”

E no mesmo tom acrescentou que “prometeram baixar imediatamente o preço da água e nem água vai nem água vem. Paredes tem a água nos preços que tinha, ou seja, continuamos a ter a água mais cara do país. Não houve mudança alguma.”
Para o presidente da Comissão Política, é o trabalho do CDS e é indesmentível que “o executivo PS apresentou e aprovou o próximo Orçamento Municipal para 2019 com uma única bandeira, criar a tarifa social água. E Quem apresentou esta proposta na Assembleia Municipal? O CDS! Quem votou a favor? Todos os outros partidos, menos o PS! Como se vê e se prova a única medida de caráter social de relevo deste orçamento socialista é uma conquista do CDS.”, sublinhou, sem esquecer que os autarcas eleitos pelo CDS apresentaram mais propostas que os dos outros partidos juntos.

Para José Miguel Garcez “quem fica pasmado não somos nós, quem fica espantado e que vai admirando cada vez mais o nosso trabalho, são os que não votaram em nós e já se arrependeram de ter votado noutros.” enalteceu, antes de afirmar que “o executivo do PS faltou à verdade e não muda nada do que prometeu, ao ponto de, no concelho, a gestão do PS é igual ou pior do que a do PSD. Ou seja, se estávamos mal, ficamos pior. E os eleitores já perceberam isso. Há mais fotografias tiradas que promessas cumpridas. Há cada vez mais fotografias do que obras feitas. Não queremos isto para Paredes.”
Comissão Política Concelhia de Paredes do CDS-PP





















